Desarmamento - Porque estou nesta"Cartilha do Desarmamento",em pdf               
                ==> Veja-se nota importante logo abaixo, clicando aqui.  
                Enquanto Professor entendo que eu não deva formar opinião, mas dar elementos para que as pessoas possam formar sua própria.
             Mas aqui é um caso ético e urgente de defesa da vida. E, dessa forma, expresso minha opinião sim, mesmo que muitos discordem.
             Já estou cansado de tomar conhecimento de cidadãos normais como eu, como você que, diante de um imprevisto, "perdeu a cabeça" e usou uma arma como "solução". E ai? Xingar, está de cabeça quente, todo mundo sabe, depois passa. Mas, e dar tiro? Depois passa? E se matou alguém? Basta pedir desculpas e se lamentar?
             Também não suporto mais casos de crianças e adolescentes que morreram brincando com a arma de sua família ou de seu vizinho. Quem trará essas vidas de volta?
             E quando o bandido usa a arma da própria vítima para matá-la? O que fazer?
             E para aqueles que dizem que o desarmamento "só tirará a arma do cidadão e não do bandido" eu pergunto: quem é em maior quantidade, o cidadão de bem ou o bandido? Lógico que do bandido não se tira nada, nem tem como, pois ele já está fora da lei quando age, quanto mais quando porta uma arma! Mas do cidadão do qual se espera um pouco mais de juízo e prudência, pode-se desarmar sim!
                      Sugiro como visita obrigatória o site "Referendo Sim": http://www.referendosim.com.br/  Leia-o com muita atenção.
             Coloco aqui, em meu site, uma cópia em pdf da "Cartilha do Desarmamento", gentilmente cedida pelo gabinete do Sr. Deputado Federal Luiz Eduardo Greenhalgh, ao qual sou grato. Todo mundo que ama sua vida e a do outro está junto nesta luta, independentemente de convicções. Caso o link acima, do meu próprio site, não abra corretamente, tente no site do Serviço Franciscano de Solidariedade (SEFRAS), clicando aqui.
                       Sem mais.
                       João César, 12 de setembro de 2005.

__________________

    IMPORTANTE: 
        Apesar da população brasileira ter optado pelo não desarmamento no referendo do dia 23 de outubro de 2005, a sociedade como um todo saiu ganhando, porque tivemos oportunidade de verificar os pontos positivos e os pontos negativos de cada proposta.
        Na verdade, a principal arma da qual todo ser humano em condições normais deveria renunciar, não entrou em questionamento: a iniciativa de eliminar seu semelhante! 
        Mas muitos questionamentos ainda podem ser feitos, principalmente àqueles que possuem ou possuirão uma arma: 
        1) Você não teme pela vida de algum ente querido (principalmente criança) que poderia manusear sua arma (não existe o "lugar seguro" ou esconderijo ideal que muitos crêem)? 
        2) E se o bandido achar sua arma antes de você, ou pegar você de surpresa (esse é o elemento fundamental da ação do delinqüente)? 
        3) Se alguém que freqüenta seu lar (ou mesmo você) diante de uma situação negativa "perder a cabeça" e fazer um uso mortal da arma? Se a pessoa que for atingida vier morrer, você terá poder de restituir-lhe a vida? E se for você a vítima fatal, terá como "voltar a viver"? 
        Finalmente, uma opinião bem pessoal minha: arma é para policial, bandido ou algum "cidadão de bem" que quer tomar o lugar de Deus (decidindo, em situações extremas, quem pode ou não viver). É apenas minha opinião bem pessoal. 
        Que tal desarmarmos o coração?
        Sem mais. 
       João César, em 25 de outubro de 2005.

______________

Volta para o início.